Srtª Mariola
Armada de uma foice, uma múmia segou sua vida.
Deram-lhe um apoio débil, logo foi espezinhada.
Onde cresceu, as garantias eram bem fracas e sentada nos cantos escuros -
ela só vivia de ressentimentos.
Escreveu-se na Escola Fantástica na qual recebeu uma formação miserável, desenganou-se e teve mau sucesso.
A ocultas, em algum tempo passado – em pestilentos bairros de latas, endemoninhava-se.
A vida afirmava a amargura, passava como uma sombra nas luzes e pesava.
As danações não tardaram a vir e Srtª Mariola degradada junto a vampiros invisíveis de quinto gabarito, causava enojamento.
Começou a deperecer.
Intelecção frouxa, ela não achou coisa alguma benquerente nem deixava nada intato com sua podridão.
Não tinha nem o mais miserando apreço por si própria.
Quis o que lhe era lesivo e perdeu vantagem.
Srtª Mariola tinha pouca essência e um riso amarelado.
Enfim, havia possibilidade de morte.
A paixão a empuxou a causar mal.
Aluada e impertinente, arranhava a realidade.
Coisa alguma ficou junto ao real e com facilidade se rompeu.
Depois de diversas mobilizações inúteis, anímico desmoronamento e dias de penitência.
Era pessoa de vontade fraca demais para o mundo - era sem importância e não tinha fortaleza de ânimo, diziam-lhe.
E de verdade, de sacrificar tudo era capaz.
Escolheu transformar tudo em sordidez e se idiotizou.
Tornou-se mais grave e notável sua depressão.
Transtornava a sua vida e se tornava maior seu sofrimento.
A partir de então Srtª Mariola não mais achava paz em lugar algum.
Conheceu bem os mágicos sabores da destruição.
Pobre-diaba!
Teria sido melhor para ela que a atirassem ao mar.
Veio o mundo abaixo.
Num futuro irrealizável, em uma atmosfera bastante suave e sem ruído -
ela preferia o quietismo pessimista.
Achava-se em um lugar em que ela era possível e no qual podia acontecer e ser.
Ao espírito proporcionava um pouco de bem-estar.
Na inauguração do inverno, pra que a vida prospere e pra uma felicidade genuína - sai da sepultura!
Desimpedida, não precisou de pano de fundo para que não fosse visto seu negligente amor sem conseqüência.
Foi muito alegre o seu jantar de noivado.
Srtª Mariola deixou o pequeno barco correr,
estabeleceu uma rota e o tocou para frente.
Desembaraçada, com o coração pleno de paz podre –
apenas se aborrecia de morte e se entediava.
Ela não era coisa nem uma nem queria nem uma coisa.
Só a metade da terra.
Imortalmente contente e implacável, flanava em escondedouros.
Morava muito acima do mar e de todos os humanos,
onde liberdade de pensamento era imprescindível.
Srtª Mariola desdenhava todos e se enraivava.
Sua natureza esquiva não suportava a vida e tinha sentimentos sérios de desprezo,
e um rancor por boas e sérias habilidades inatas.
Vivia de corpo e alma contra um mundo de enredo falso e patético.
Não tinha certeza de a que lugar ir com sua forma usual de ser,
suas falhas e seus feitos nem tinha palavras que exprimissem seus incômodos e infortúnios.
Sabia das desgraças e dos riscos por que passara.
Seus sonhos vazavam.
Sua presença era mais ou menos saudável.
Tão estrambótica, tinha dois fracos.
Tratava de reservar sua irrealidade sugando a vida de quem lhe conferia atenção.
Ainda existia os sérios impulsos alheios à razão e uma tempestade em seu ar.
Tinham dias em que Srtª Mariola era tomada por um desgosto mais sombroso do que a mais maldita tristeza.
Mas ainda trazia consigo as bênçãos e os encantos finos e raros da vida.
Mentalidade limpa, melificou-se.
No fim da vida, sol fraco -
ancorou o barco e revelou sua desilusão por não ter ganhado o mundo.
Tudo foi sumido em uma grande indolência.
Ela teve agonienta morte causada por duas porções de fel incolor e estricnina.
Deram-lhe um apoio débil, logo foi espezinhada.
Onde cresceu, as garantias eram bem fracas e sentada nos cantos escuros -
ela só vivia de ressentimentos.
Escreveu-se na Escola Fantástica na qual recebeu uma formação miserável, desenganou-se e teve mau sucesso.
A ocultas, em algum tempo passado – em pestilentos bairros de latas, endemoninhava-se.
A vida afirmava a amargura, passava como uma sombra nas luzes e pesava.
As danações não tardaram a vir e Srtª Mariola degradada junto a vampiros invisíveis de quinto gabarito, causava enojamento.
Começou a deperecer.
Intelecção frouxa, ela não achou coisa alguma benquerente nem deixava nada intato com sua podridão.
Não tinha nem o mais miserando apreço por si própria.
Quis o que lhe era lesivo e perdeu vantagem.
Srtª Mariola tinha pouca essência e um riso amarelado.
Enfim, havia possibilidade de morte.
A paixão a empuxou a causar mal.
Aluada e impertinente, arranhava a realidade.
Coisa alguma ficou junto ao real e com facilidade se rompeu.
Depois de diversas mobilizações inúteis, anímico desmoronamento e dias de penitência.
Era pessoa de vontade fraca demais para o mundo - era sem importância e não tinha fortaleza de ânimo, diziam-lhe.
E de verdade, de sacrificar tudo era capaz.
Escolheu transformar tudo em sordidez e se idiotizou.
Tornou-se mais grave e notável sua depressão.
Transtornava a sua vida e se tornava maior seu sofrimento.
A partir de então Srtª Mariola não mais achava paz em lugar algum.
Conheceu bem os mágicos sabores da destruição.
Pobre-diaba!
Teria sido melhor para ela que a atirassem ao mar.
Veio o mundo abaixo.
Num futuro irrealizável, em uma atmosfera bastante suave e sem ruído -
ela preferia o quietismo pessimista.
Achava-se em um lugar em que ela era possível e no qual podia acontecer e ser.
Ao espírito proporcionava um pouco de bem-estar.
Na inauguração do inverno, pra que a vida prospere e pra uma felicidade genuína - sai da sepultura!
Desimpedida, não precisou de pano de fundo para que não fosse visto seu negligente amor sem conseqüência.
Foi muito alegre o seu jantar de noivado.
Srtª Mariola deixou o pequeno barco correr,
estabeleceu uma rota e o tocou para frente.
Desembaraçada, com o coração pleno de paz podre –
apenas se aborrecia de morte e se entediava.
Ela não era coisa nem uma nem queria nem uma coisa.
Só a metade da terra.
Imortalmente contente e implacável, flanava em escondedouros.
Morava muito acima do mar e de todos os humanos,
onde liberdade de pensamento era imprescindível.
Srtª Mariola desdenhava todos e se enraivava.
Sua natureza esquiva não suportava a vida e tinha sentimentos sérios de desprezo,
e um rancor por boas e sérias habilidades inatas.
Vivia de corpo e alma contra um mundo de enredo falso e patético.
Não tinha certeza de a que lugar ir com sua forma usual de ser,
suas falhas e seus feitos nem tinha palavras que exprimissem seus incômodos e infortúnios.
Sabia das desgraças e dos riscos por que passara.
Seus sonhos vazavam.
Sua presença era mais ou menos saudável.
Tão estrambótica, tinha dois fracos.
Tratava de reservar sua irrealidade sugando a vida de quem lhe conferia atenção.
Ainda existia os sérios impulsos alheios à razão e uma tempestade em seu ar.
Tinham dias em que Srtª Mariola era tomada por um desgosto mais sombroso do que a mais maldita tristeza.
Mas ainda trazia consigo as bênçãos e os encantos finos e raros da vida.
Mentalidade limpa, melificou-se.
No fim da vida, sol fraco -
ancorou o barco e revelou sua desilusão por não ter ganhado o mundo.
Tudo foi sumido em uma grande indolência.
Ela teve agonienta morte causada por duas porções de fel incolor e estricnina.

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